DIASPORAHUB
SÃO PAULO · PRIMEIRO ENCONTRO · EM BREVE

Olhar para trás para seguir em frente.

Diasporahub reúne a diáspora afro-brasileira em São Paulo, em jantares de alta gastronomia africana, música ao vivo e negócios. Depois, leva pequenos grupos à África, em viagens de reencontro planejadas com as comunidades que recebem.

POR CONVITE · VAGAS LIMITADAS
Tambores djembê iluminados por luz quente sobre fundo escuro
SANKOFA

“Não é errado voltar para buscar o que ficou para trás.”

Se wo were fi na wosankofa a yenkyi · provérbio akan, Gana

O sankofa é o pássaro que segue em frente com a cabeça voltada para trás, buscando o ovo que carrega o futuro. Na nossa marca ele se desfaz em linhas. Só o ovo permanece inteiro.

POR QUE O BRASIL

Quase metade do tráfico atlântico terminou aqui.

Nenhum país recebeu tantos africanos escravizados quanto o Brasil. Essa história está nos nossos nomes, nas nossas cozinhas e nos nossos tambores. A Diasporahub existe para transformá-la em reencontro.

4,86 milhões

de africanos escravizados desembarcaram no Brasil entre 1501 e 1900, mais do que em qualquer outro destino.

55,5%

dos brasileiros se declaram pretos ou pardos.

Angola e Costa da Mina

Nas viagens registradas, metade das pessoas trazidas ao Brasil embarcou em portos de Angola e da Costa da Mina, hoje Gana, Togo, Benim e Nigéria.

Fontes: Trans-Atlantic Slave Trade Database (SlaveVoyages); IBGE, Censo 2022.

O CAMINHO · TRÊS ETAPAS

Primeiro a mesa. Depois a viagem.

Começamos pelo que reúne as pessoas e só construímos tecnologia quando as viagens estiverem de pé.

  1. 01 · ENCONTROS

    À mesa, em São Paulo

    Uma série de jantares para poucas pessoas por noite, com cozinha africana reinterpretada, música e dança ao vivo e conversa sobre negócios.

    Ver os encontros
  2. 02 · JORNADAS

    Viagens de reencontro

    Pequenos grupos, planejados à mão com as comunidades que recebem e uma agência parceira. O teste de ancestralidade ajuda, mas não é obrigatório.

    Ver as jornadas
  3. 03 · PLATAFORMA

    Do teste à viagem

    Um site e um aplicativo que ligam o resultado do seu teste à viagem. Vêm depois das primeiras jornadas, construídos com o que elas ensinarem.

FASE 1 · ENCONTROS

Uma mesa posta para a diáspora.

Uma série de jantares em São Paulo, com poucos lugares por noite. Cada encontro reúne cozinha africana reinterpretada, música e dança ao vivo e uma conversa séria sobre negócios entre o Brasil e a África.

01

À mesa

Alta gastronomia de raiz africana, adaptada à mesa brasileira e ocidental, com chef convidado a anunciar.

02

No ritmo

Tambores, cantos e danças africanas e afro-brasileiras ao vivo, da abertura da noite à pista.

03

Em rede

Lideranças, executivos e empreendedores afro-brasileiros e africanos lado a lado. Conexões que viram parcerias e, adiante, joint ventures.

Roda de percussão na rua, com congas e mãos nos tambores
PRIMEIRO ENCONTRO

São Paulo

DATA
A anunciar
LOCAL
São Paulo, a anunciar
FORMATO
Jantar, apresentação ao vivo e conversa
LUGARES
Limitados
CONVITE
Pessoal, valor a anunciar
Solicitar convite
FASE 2 · JORNADAS · EM PREPARAÇÃO

Do DNA ao reencontro.

Viagens em pequenos grupos à África, planejadas à mão com as comunidades que recebem e com uma agência de turismo parceira. Os primeiros grupos sairão de quem esteve nos encontros.

Mãos esticando o couro natural de um tambor
O couro do tambor, esticado à mão.
  1. 01

    O ponto de partida

    A história da sua família é o ponto de partida. Se você já fez um teste de ancestralidade, traga o resultado. Se quiser fazer um, indicaremos laboratórios (a anunciar). O teste é opcional.

  2. 02

    A leitura

    O teste aponta regiões e populações de afinidade, não uma aldeia exata. Por isso cruzamos o resultado com história, documentos e a palavra das próprias comunidades.

  3. 03

    O reencontro

    Encontros com comunidades tradicionais, sempre a convite e nos termos de quem recebe. Parte do valor de cada viagem fica com a comunidade anfitriã.

EMPRESAS · PARCEIROS

Para empresas e parceiros.

Os encontros também podem ser da sua empresa. E há lugar para quem quer construir a Diasporahub com a gente.

01

Encontros privados

Uma noite da Diasporahub para as lideranças negras, a equipe ou os clientes da sua empresa.

02

Mesas nos encontros

Mesas reservadas nos encontros abertos, para a empresa receber convidados.

03

Construir junto

Chefs, artistas, marcas, laboratórios, agências de viagem e comunidades que queiram fazer parte.

CONTATO E-mail de contato em breve.

QUEM FAZ · COFUNDADORES

Quem está construindo a Diasporahub.

Gente de negócios, cultura e tradução entre a África, o Brasil e a diáspora.

Ken Gana, de terno cinza e camisa azul-clara, sorrindo
COFUNDADOR · SÃO PAULO

Ken Gana

Cuida dos negócios e do entretenimento da Diasporahub em São Paulo. Professor de inglês nos anos 90, depois intérprete e tradutor. Fundou uma confecção de uniformes para a indústria e hoje é sócio e CEO da OBOFOS & KA Negócios, no setor de commodities.

Peter Pewus, de óculos escuros e camisa de estampa africana
COFUNDADOR · ESTADOS UNIDOS

Peter Pewus

Cuida da frente da Diasporahub nos Estados Unidos, incluindo a conversa com os laboratórios de teste de ancestralidade. É CEO da Pewus Venture & Import and Export e da Pewus Promo & Entertainment.

Retrato de Rodolfo Ogliari, de camisa social azul-clara
COFUNDADOR · CULTURA E TECNOLOGIA

Rodolfo Ogliari

Cuida da cultura e da tecnologia da Diasporahub. Produtor cultural e percussionista criado no samba de roda, faz a ponte entre o Brasil e a África Ocidental, do Festival Sur le Niger (Mali, 2024) a programas culturais em Acra, Gana. Recebeu o Prêmio Cultura Viva 2025 pela escola de percussão Tudo Começa no Tambor e integra o duo de percussão Opanijé.

CONVITE · SÃO PAULO

Solicite seu convite para o primeiro encontro.

Os convites são pessoais e limitados. Os pedidos abrem junto com o anúncio da data e do local.

PEDIDOS DE CONVITE Abertura em breve.

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