À mesa
Alta gastronomia de raiz africana, adaptada à mesa brasileira e ocidental, com chef convidado a anunciar.
Diasporahub reúne a diáspora afro-brasileira em São Paulo, em jantares de alta gastronomia africana, música ao vivo e negócios. Depois, leva pequenos grupos à África, em viagens de reencontro planejadas com as comunidades que recebem.
Se wo were fi na wosankofa a yenkyi · provérbio akan, Gana
O sankofa é o pássaro que segue em frente com a cabeça voltada para trás, buscando o ovo que carrega o futuro. Na nossa marca ele se desfaz em linhas. Só o ovo permanece inteiro.
Nenhum país recebeu tantos africanos escravizados quanto o Brasil. Essa história está nos nossos nomes, nas nossas cozinhas e nos nossos tambores. A Diasporahub existe para transformá-la em reencontro.
de africanos escravizados desembarcaram no Brasil entre 1501 e 1900, mais do que em qualquer outro destino.
dos brasileiros se declaram pretos ou pardos.
Nas viagens registradas, metade das pessoas trazidas ao Brasil embarcou em portos de Angola e da Costa da Mina, hoje Gana, Togo, Benim e Nigéria.
Fontes: Trans-Atlantic Slave Trade Database (SlaveVoyages); IBGE, Censo 2022.
Começamos pelo que reúne as pessoas e só construímos tecnologia quando as viagens estiverem de pé.
Uma série de jantares para poucas pessoas por noite, com cozinha africana reinterpretada, música e dança ao vivo e conversa sobre negócios.
Ver os encontrosPequenos grupos, planejados à mão com as comunidades que recebem e uma agência parceira. O teste de ancestralidade ajuda, mas não é obrigatório.
Ver as jornadasUm site e um aplicativo que ligam o resultado do seu teste à viagem. Vêm depois das primeiras jornadas, construídos com o que elas ensinarem.
Uma série de jantares em São Paulo, com poucos lugares por noite. Cada encontro reúne cozinha africana reinterpretada, música e dança ao vivo e uma conversa séria sobre negócios entre o Brasil e a África.
Alta gastronomia de raiz africana, adaptada à mesa brasileira e ocidental, com chef convidado a anunciar.
Tambores, cantos e danças africanas e afro-brasileiras ao vivo, da abertura da noite à pista.
Lideranças, executivos e empreendedores afro-brasileiros e africanos lado a lado. Conexões que viram parcerias e, adiante, joint ventures.
Viagens em pequenos grupos à África, planejadas à mão com as comunidades que recebem e com uma agência de turismo parceira. Os primeiros grupos sairão de quem esteve nos encontros.
A história da sua família é o ponto de partida. Se você já fez um teste de ancestralidade, traga o resultado. Se quiser fazer um, indicaremos laboratórios (a anunciar). O teste é opcional.
O teste aponta regiões e populações de afinidade, não uma aldeia exata. Por isso cruzamos o resultado com história, documentos e a palavra das próprias comunidades.
Encontros com comunidades tradicionais, sempre a convite e nos termos de quem recebe. Parte do valor de cada viagem fica com a comunidade anfitriã.
Os encontros também podem ser da sua empresa. E há lugar para quem quer construir a Diasporahub com a gente.
Uma noite da Diasporahub para as lideranças negras, a equipe ou os clientes da sua empresa.
Mesas reservadas nos encontros abertos, para a empresa receber convidados.
Chefs, artistas, marcas, laboratórios, agências de viagem e comunidades que queiram fazer parte.
CONTATO E-mail de contato em breve.
Gente de negócios, cultura e tradução entre a África, o Brasil e a diáspora.
Cuida dos negócios e do entretenimento da Diasporahub em São Paulo. Professor de inglês nos anos 90, depois intérprete e tradutor. Fundou uma confecção de uniformes para a indústria e hoje é sócio e CEO da OBOFOS & KA Negócios, no setor de commodities.
Cuida da frente da Diasporahub nos Estados Unidos, incluindo a conversa com os laboratórios de teste de ancestralidade. É CEO da Pewus Venture & Import and Export e da Pewus Promo & Entertainment.
Cuida da cultura e da tecnologia da Diasporahub. Produtor cultural e percussionista criado no samba de roda, faz a ponte entre o Brasil e a África Ocidental, do Festival Sur le Niger (Mali, 2024) a programas culturais em Acra, Gana. Recebeu o Prêmio Cultura Viva 2025 pela escola de percussão Tudo Começa no Tambor e integra o duo de percussão Opanijé.
Os convites são pessoais e limitados. Os pedidos abrem junto com o anúncio da data e do local.
Volte a esta página: é aqui que os pedidos de convite serão recebidos.